Fototerapia com LED Infravermelho
Também conhecido como: LED infravermelho, Luz infravermelho
A fototerapia com LED infravermelho usa luz de comprimento de onda longo (próximo do infravermelho, em geral entre 800 e 900 nm) emitida por diodos emissores de luz para estimular processos celulares nas camadas mais profundas da pele. É um recurso de fotobiomodulação, sem calor agressivo e sem cortes.
- Sessões
- 8–12 sessões
- Recuperação
- Praticamente sem parada
- Resultado dura
- 1–3 meses
- Faixa de preço
- R$ 80–R$ 500 por sessão
- Anestesia
- nenhuma
Para que serve
É usada como apoio à cicatrização e à recuperação após outros procedimentos, para modular processos inflamatórios e, de forma coadjuvante, estimular o metabolismo celular ligado ao colágeno. Funciona melhor como complemento a um plano de tratamento, não como solução isolada.
Como funciona
Os diodos emissores de luz (LED) infravermelhos produzem luz em um comprimento de onda longo, que atravessa a epiderme e alcança a derme e tecidos subcutâneos. Diferente do laser, a luz LED não é focada nem ablativa: ela ilumina a área de forma difusa, sem destruir tecido e sem gerar ferida.
O princípio é a fotobiomodulação. A luz é absorvida por componentes das mitocôndrias (em especial a enzima citocromo c oxidase), o que pode favorecer a produção de ATP, a energia que a célula usa para funcionar. Em tese, células com mais disponibilidade de energia trabalham melhor em processos de reparo e renovação.
Na prática clínica, o LED infravermelho costuma ser empregado como coadjuvante: depois de peelings, lasers, microagulhamento ou pequenos procedimentos, para ajudar no conforto e na recuperação. Os efeitos são cumulativos e graduais, dependem de protocolo regular e variam muito de pessoa para pessoa. Não se trata de um tratamento com resultado garantido nem imediato.
Tecnologia: Painéis, máscaras ou cúpulas de LED com diodos emissores de luz no espectro infravermelho próximo (tipicamente 800 a 900 nm), frequentemente combinados a outros comprimentos de onda (vermelho, âmbar). Equipamentos de uso profissional devem ter regularização na Anvisa.
Indicações
- Apoio à recuperação e ao conforto após procedimentos como peelings, lasers e microagulhamento
- Modulação de processos inflamatórios da pele como coadjuvante
- Estímulo coadjuvante à regeneração e à renovação celular
- Auxílio na cicatrização de pele em protocolos supervisionados
- Complemento a planos de rejuvenescimento e qualidade da pele
Contraindicações
- Uso sobre lesões de pele suspeitas, com diagnóstico não esclarecido, ou áreas com câncer de pele
- Fotossensibilidade grave conhecida à luz infravermelha
Atenção / avaliar com o profissional:
- Uso de medicamentos ou substâncias fotossensibilizantes (alguns antibióticos, retinoides, isotretinoína, erva-de-são-joão)
- Epilepsia fotossensível (cautela com luz pulsada)
- Gestação (por falta de estudos robustos, avaliar caso a caso com o médico)
- Doenças de pele em atividade na área a ser tratada
- Histórico de lesões pigmentadas que exijam acompanhamento
Quem espera transformação rápida e definitiva, quem tem lesões de pele não diagnosticadas ou quem busca substituir um tratamento médico necessário não é bom candidato. O LED infravermelho é coadjuvante; sozinho, não corrige flacidez importante, rugas profundas ou manchas estabelecidas.
Passo a passo: como é feito
- 1
Avaliação e higienização · 10 minutos
O profissional avalia a pele, o objetivo e possíveis contraindicações, e em seguida higieniza a área, removendo maquiagem, óleos e resíduos para que a luz seja melhor absorvida.
- 2
Proteção ocular e posicionamento · 5 minutos
São colocados protetores oculares e o painel, máscara ou cúpula de LED é posicionado a uma distância adequada da pele, conforme o equipamento e o protocolo.
- 3
Aplicação da luz infravermelha · 20 minutos
A luz é emitida por um tempo determinado, em geral indolor e confortável, podendo gerar leve sensação de calor. A pessoa permanece relaxada durante a sessão.
- 4
Finalização e orientações · 10 minutos
Ao final, aplica-se hidratante e fotoprotetor, e o profissional orienta sobre cuidados, frequência das sessões e o que esperar de forma realista.
Recuperação
Não há downtime. A pessoa retoma as atividades imediatamente após a sessão.
Afastamento do trabalho: Não há necessidade de afastamento do trabalho.
Cuidados e restrições:
- Usar fotoprotetor e evitar exposição solar intensa logo após a sessão
- Seguir os cuidados específicos do procedimento principal, quando o LED for usado como coadjuvante
- Evitar produtos irritantes na pele nas horas seguintes, conforme orientação
Resultados
Início: Sensação de conforto e pele mais calma pode ser percebida logo após a sessão; efeitos relacionados a regeneração e qualidade da pele são graduais e dependem de uso continuado.
Os efeitos são temporários e cumulativos; tendem a se diluir com o tempo se as sessões não forem mantidas. Não há reversão necessária, pois não há alteração estrutural permanente.
Riscos, efeitos e cuidados
Efeitos comuns (geralmente passageiros):
- Leve vermelhidão temporária na área
- Sensação de calor durante a aplicação
- Ressecamento discreto da pele em alguns casos
Riscos mais raros e graves:
- Queimadura ou bolha por equipamento mal regulado, distância inadequada ou tempo excessivo
- Lesão ocular se não houver proteção adequada dos olhos durante a sessão
- Reação de fotossensibilidade em quem usa medicamentos fotossensibilizantes
- Dor importante, bolhas ou áreas de queimadura na pele
- Vermelhidão intensa e persistente que não melhora
- Alterações visuais ou dor nos olhos após a sessão
Antes
- Informar o profissional sobre medicamentos, especialmente fotossensibilizantes e isotretinoína
- Comparecer com a pele limpa, sem maquiagem ou cremes na área
- Relatar histórico de fotossensibilidade, epilepsia fotossensível ou lesões de pele
- Evitar exposição solar intensa nos dias anteriores
Depois
- Aplicar fotoprotetor e reforçar a fotoproteção nos dias seguintes
- Hidratar a pele conforme orientação do profissional
- Evitar produtos irritantes nas primeiras horas
- Seguir o protocolo de sessões recomendado para efeito cumulativo
Faixa de preço
Guia completo: quanto custa e o que influencia o preço →
Valor médio de referência: R$ 200 por sessão
O que influencia o preço:
- Tipo e qualidade do equipamento (uso profissional regularizado)
- Cidade e padrão da clínica
- Uso isolado ou dentro de um pacote/protocolo combinado
- Número de sessões contratadas em série
- Experiência e formação do profissional
📍 Em São José do Rio Preto tende a ficar abaixo dos valores de capital.
Faixa informativa de mercado; não é oferta. Valor final depende de avaliação presencial.
Quem realiza
Profissionais: Dermatologista, Esteticista (dentro do escopo profissional e com supervisão quando aplicável)
Médicos devem ter registro no CRM; esteticistas e biomédicos atuam conforme a regulamentação de seus conselhos e dentro do escopo permitido.
Perguntas frequentes
A fototerapia com LED infravermelho dói?
Não. O procedimento é indolor e a maioria das pessoas sente apenas um leve calor agradável durante a sessão. Não há corte, agulha nem necessidade de anestesia.
Quantas sessões são necessárias?
Depende do objetivo. Como o efeito é cumulativo, costuma ser feito em série, com várias sessões. Para apoio na recuperação após um procedimento, pode bastar uma ou poucas sessões. Só uma avaliação presencial define o protocolo.
O LED infravermelho substitui laser, botox ou preenchimento?
Não. Ele é um recurso coadjuvante, de apoio à recuperação e à qualidade da pele. Para corrigir rugas profundas, flacidez importante ou perda de volume, são necessários outros tratamentos, indicados pelo profissional.
Tem downtime ou preciso me afastar do trabalho?
Não há tempo de recuperação. Você pode voltar às atividades normais imediatamente após a sessão, mantendo a fotoproteção habitual.
É seguro para qualquer pessoa?
É de baixo risco para a maioria das pessoas, mas há cuidados: quem usa medicamentos fotossensibilizantes, tem epilepsia fotossensível, lesões de pele não diagnosticadas ou está gestante deve avaliar com o profissional antes.
Alternativas a considerar
Procedimentos com objetivos próximos a Fototerapia com LED Infravermelho. A indicação certa depende da sua queixa e da avaliação de um profissional habilitado.
- Fototerapia com LED Vermelha Não invasivo
Outro comprimento de onda de LED, mais voltado a rejuvenescimento e estímulo de colágeno em camadas mais superficiais.
Comparar Fototerapia com LED Infravermelho vs Fototerapia com LED Vermelha → - LEDterapia Facial Não invasivo
Protocolo facial que combina diferentes cores de LED, útil quando o foco é o rosto e a qualidade da pele.
Comparar Fototerapia com LED Infravermelho vs LEDterapia Facial → - Laser Fracionado Não-Ablativo Minimamente invasivo
Opção com mais evidência para rejuvenescimento e textura quando se busca resultado mais expressivo, com maior intensidade e algum tempo de recuperação.
Comparar Fototerapia com LED Infravermelho vs Laser Fracionado Não-Ablativo →
Referências
Conteúdo informativo, não substitui avaliação médica. Não promete resultados.
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Luz + fotossensibilizante que destrói lesões da pele e glândulas sebáceas. Usada em ceratose actínica, acne severa e fotoenvelhecimento.
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Laser que faz microfuros na pele para renovar a superfície e estimular colágeno; trata rugas, cicatrizes e estrias, com recuperação.
Laser Erbium YAG Ablativo (2940 nm)
Laser que remove camadas finas da pele para tratar rugas, textura e cicatrizes, com recuperação tipicamente mais rápida que o CO2.